Outro dia tive que fazer minha primeira ligação internacional.
Passei pela secretária e aguardei meu interlocutor final [brasileiro, a saber] atender.
Fui surpreendido por um co-worker indiano, pois meu contato estava em uma outra reunião e lhe pedira que me atendesse.
Não tive escapatória, tive que rasgar meu melhor inglês. Pensem num caboclo que suava em bicas de nervoso! Era eu. Patético.
O bom é que segurei a onda muito bem, entendi tudo direitim. Beeem melhor do que eu pudera imaginar. Ainda mais de supetão, daquele jeito.
Vendi o Kadett. Creio em Deus Pai.
Eu tô vivo, e vocês?
As novas são as seguintes:
- Sexta-feira fiquei em casa cuidando da minha mãe, tadinha. Pegou uma gripe violenta, não conseguia comer e, quando comia, botava tudo pra fora em seguida.
- Também na sexta quase-vendi meu celtinha. Cheguei a ir no banco com o comprador mas o gerente dele não liberou a verba. Voltei pra casa com cara de tacho. E o sedizente comprador idem.
- Sábado aquela coisa: igreja de manhã, soneca de tarde, pizza de noite.
- Ontem fui no feirão e tava uma bosta. Ng compra, ng vende. E o Kadett ainda fez o favor de esvaziar DOIS pneus de uma vez, em plena feira. O Celta, pra terem idéia, ninguém nem olhou direito. Tempo perdido.
- E de tarde, puto que só, apenas dormi. Exploda-se o mundo.
Agora aqui, tirando o atraso de um dia sem trabalhar. Eeeeita nóis.
[recado direto: Pedrão, fica frio que teu fórum tá a caminho.]
Ah, só pra dizer que nada de bom aconteceu, a Valéria terminou um trabalho do mestrado. Porque aquela ali, meus caros, não dá moleza pra perrengue não. Ela ranca o toco pela raiz e bota pra quebrar [sem nem estragar a escova]. Meu orgulho!
Hoje vim trabalhar de Kadettão. Rá!
Cada passada de marcha é uma emoção. Sem contar que o bicho dá 80 sem passar a quarta marcha.
Se eu pudesse, bem que daria um trato nesse carro e ficaria com ele pra mim. Ah, ficaria.
Ando tendo péssimas noites de sono. Hoje mesmo, se dormi umas 2 ou 3h foi muito.
É um tal de ficar fazendo contas, quitando consórcio, vendendo carro, comprando carro, resolvendo coisas do trabalho e da vida… tudo na cabeça, lógico.
Só que hoje eu não aguentei: levantei e fui pra frente do computador ver anúncios, pesquisar preços, desempenhos etc etc etc.
Preciso dar um fim nessa paranóia.
Posted by Guga | Posted in Me dá um dinheiro aí | Posted on 17-09-2009
Submeti a obra no esquema do google adsense, mas não fomos aprovados.
Olá Gustavo,
Analisamos sua inscrição mas não foi possível aprová-la pelo(s) motivo(s)
abaixo:
- Em construção
Antes de reenviar sua inscrição, certifique-se de que:
Em construção: constatamos que as páginas do seu site estão incompletas ou
em construção. Para serem considerados para o AdSense, os websites devem
ter sido totalmente lançados e estar em funcionamento, permitindo que os
usuários naveguem em todo o site com um menu, sitemap ou com links
apropriados. O seu site também deve conter conteúdo suficiente para que os
nossos especialistas o analisem, e para que anúncios relevantes sejam
exibidos. Quando a maior parte do seu site estiver concluída e funcional,
ficaremos felizes em reconsiderar a sua inscrição.
Após ter resolvido esses problemas, acesse www.google.com/adsense para
reenviar sua inscrição. Utilize o mesmo endereço de e-mail e a senha que
você enviou na sua primeira inscrição. Faça as alterações necessárias no
formulário na página seguinte e clique em “Reenviar”.
Atenciosamente,
Equipe Google AdSense
Eu deveria ter imaginado que não aceitam colocar propaganda em obras em construção. Tonto!
Posted by Guga | Posted in Me dá um dinheiro aí | Posted on 19-08-2009
Esqueci [sic!] de pagar a hospedagem aqui da obra e… bom, deu no que deu.
O bom é que ninguém percebeu. Are!
Parece que virou tendência esse negócio dos governos devolverem pra população parte do imposto pago. Bonzinhos, né?
O GDF, experrrrto que é, também já entrou na onda [com mais de um ano de atraso em relação a SP, mas ah, deviam estar esperando pra ver se ia funcionar de verdade em SP]. E a coisa tá acontecendo mesmo!
Sexta-feira passada fui pego de surpresa quando a mocinha do caixa de uma fastfood da vida me perguntou “A nota é pra qual CPF?”. Como fui pego distraído, respondi “Nah! Precisa disso não”. Pura preguiça minha de apresentar o cpf.
Hoje aconteceu de novo, e eu de novo recusei. Só que hoje eu fui induzido a recusar. “O senhor não quer CPF na nota não, né?” e eu, muito colaborativo, respondi “Não, claro que não”. Daí fiquei pensando: que filhadaputa!
Pois se eu pago os meus impostos todos e sem pestanejar [quer dizer, pestanejo bagarai, mas pago mesmo assim], então o proprietário dos lugares onde faço minhas compras também o pagarão. Eu não tenho nada que ser legal e deixar ele economizar seus impostos as minhas custas. Não mesmo! A partir de amanhã vou pedir meu CPF em cada fucking compra que eu fizer. E tenho dito.
Pra começar, claro, vou voltar na biscatinha de hoje que me induziu a não pedir a nota com meu CPF. Humpf.
A Lili decidiu abrir o próprio negócio [ecq] e pediu pros amigos divulgarem.
Não que eu seja amigo dela, e muito menos este seja um blog com visitantes que se interessem por colares femininos, mas eu não podia deixar a piada do “abrir o próprio negócio” passar batida, certo?
Muito bem. Agora que vocês já se mataram de rir, vão lá e encomendem antes que ela decida vender o que tem de melhor.
Mecânica de automóveis está longe de ser um assunto de meu domínio. Quisera eu ser capaz de me sentir seguro diante do diagnóstico de um profissional “especializado”. Agora que meu carro, um celtinha 2004/2004, precisa de um reparo simples, a minha deficiência nesse quesito fica evidente.
Na dúvida, minha única arma é fazer pelo menos dois orçamentos, quer dizer, ter uma segunda opinião sobre o probleminha que o acomete. Ele tá engasgando um pouco, perdeu um pouco do arranque, coisa simples, parece que uma limpeza de bico resolve a questão. O primeiro orçamento, que incluir uma limpeza de bico e uma revisão do motor, ficou em 130 cóins, num cara recomendado por um colega aqui da firma.
Todavia, vou pedir uma segunda opinião. Nunca se sabe, né? Mas tudo indica que esse assunto vai render alguns posts aqui na obra. Não só pelo desgaste de fazer orçamentos, mas também pela tensão que é convencer a Valéria que algum preço é justo, que o profissional é honesto, que não estou sendo explorado pelo serviço, que optei pelo melhor custo/benefício.
E se você é daqui de Brasília e tem algum mecânico pra me indicar, por favor, não se aperreie.
Update: pesquisando sobre a tal “limpeza de bico”, achei dois textos muito bons, bem didáticos. Esse e esse.