Tu não pediu? Agora aguenta.

Posted by | Posted in Coisa séria, Umbiguismo | Posted on 01-02-2010

Quem nunca quis ter um padrinho?

Agora me apareceu um e eu fico gagejando pra botar pra fuder.

Ceis tão me acompanhando na missão?

Você sabe, afinal, o que são redes sociais?

Posted by | Posted in Coisa séria, Inbox | Posted on 08-10-2009

Achei o vídeo nesse post bem engraçado. E é a pura verdade.

Greve dos infernos

Posted by | Posted in Absurdo, Bronca, Coisa séria | Posted on 08-10-2009

Se você, cidadão de bem, que paga seus impostos, trabalha duro pra não correr risco de desemprego, e se sente diretamente ofendido e prejudicado pela greve dos bancários, faça um post em seu blog dizendo porque os bancários são todos uns oportunistas, mercenários e mortos de fome.

Preferia ter 10 filhos viados, 20 filhas biscates, do que 1 filho bancário.

Idas e idas

Posted by | Posted in Coisa séria, Realismo | Posted on 07-10-2009

O cara, meu amigo, que me trouxe pro meu atual emprego, está deixando a empresa. Vai aproveitar uma big duma oportunidade, e eu [e mais gente aqui] vai ficar com aquele sentimento de órfão.

Lupa, vá com fé, pq competência tu tens demais. E parabéns pelo neném que vem chegando!

Por que a humanidade caminha é pra frente.

Tem gente que é assim

Posted by | Posted in Bronca, Cinismo, Coisa séria | Posted on 05-10-2009

FILHADAPUTA. E o mundo tá cheio deles.

Eu contei que fui no feirão vender o celtinha mas não contei o resultado, né? Então senta que lá vem história.

Teve um rapazinho que apaixonou no carro [quem não se apaixonaria, não é mesmo?]. Daí fez uma proposta 1.5k a menos, e eu obviamente recusei. No meio da semana passada ele me ligou, e perguntou se eu ja havia vendido o carro [não tinha] e queria saber o minimo que eu fazia no carro, eu tirei 0.5k e ele disse que ok, só precisaria aguardar o fim da greve dos bancários pra gente fechar o negócio. Palavra dada, acordo selado, e o imbecil aqui deu o carro como vendido, espalhou a notícia aos 4 ventos e comemorou. Liguei no sábado pra saber se o negócio continuava de pé [ecq] e aí ele voltou no papo de querer pagar 1.5k a menos, e como eu não cedi ele desistiu do negócio. Filho duma égua. Aconcete, né? Foi bom pra eu aprender. Esse foi o desgraçado número 1.

Daí ontem fui pro feirão novamente, botei lá meu celtinha e o kadettão [que trouxe de Goiânia no sábado]. Lá pelas tantas, eu já até desanimado com a falta de interessados no kadettão, e me aparece um. Olhou, olhou, gostou, admirou, achou o preço honesto, e aí pediu pra funcionar o motor. De dentro do carro pude ver a careta que ele fez quando o carro ligou. Revelou ser mecânico, e disse que o motor do Kadett estava batendo, que teria que fazê-lo, e que por isso o máximo que poderia dar pelo carro era 3.5K a menos do valor que eu pedi. Ou seja, o cara queria levar o carro praticamente pela metade do preço! Fiquei tão chateado com a notícia de um motor prestes a fundir que o máximo que consegui foi dizer que ia pensar. Anotei o telefone dele e fui pra casa. Troquei umas idéias com a Valéria e, confesso pra vocês, eu estava bem predisposto a aceitar a oferta só pra me livrar da dor de cabeça.

Daí hoje vim trabalhar com o Kadettão, torcendo pra ele aguentar chegar aqui no plano. Fui direto pro primeiro mecânico que mexeu nesse carro aqui em Brasília, André, cabra bom, super recomendação do Lupa [amigão meu]. Contei a história e pedi pra ele me fazer um diagnóstico do motor. Bati na chave, o André deu uns puxadões no cabo do acelerador pra ouvir o tal barulho, e então abriu um sorrisinho [ele não é de muita conversa. o que é ótimo, aliás] e veio me perguntar “Esse cara aprendeu mecânica por correspondência?”. Respirei aliviado. O carro de fato tá fazendo um barulhinho num rolamento não sei das quantas, mas é coisa simples, questão de cento e poucos reais. Deixei o carro lá pra fazer o serviço e assim evitar que outro FILHODAPUTA venha me dizer que meu carro só vale a metade por causa do estado do motor. E essa é a história do marreteiro desgraçado número dois.

A vida no feirão de carros é assim, amigos. Aparece muita gente, alguns até interessados de verdade. Mas o que aparece de picareta, marreteiro, corno dos infernos, não é brincadeira. Mas deixa comigo. Vou consertar o Kadett e ligar pro tal Antônio, o que quer o Kadettão, e dizer “Amigo, eu fiz o motor do Kadett, quer vir pegar ele por 8 paus?”. É como eu digo: pra vender o carro bem, é preciso ter argumentos.

PS: ontem eu esqueci de passar protetor solar, mas lembrei de levar boné. E o tempo deu uma ajuda, não fez Sol hora nenhuma.

Efeito dominó

Posted by | Posted in Coisa séria, Realismo | Posted on 24-09-2009

A pessoa não dorme bem, daí acorda de mau humor, daí não tem saco pra nada, daí sai dando coice em quem é inocente [tipo a própria mulher], daí a paciência dela acaba, daí ela revida o coice, daí os dois vão dormir de cara-virada, daí a pessoa não dorme bem de novo.

É tipo um ciclo, perceberam?

Resumo da ópera

Posted by | Posted in Coisa séria, Consumismo | Posted on 16-09-2009

Ganhei uma Havaianas maneira, uma camiseta fina, um saco gigante de pipoca doce, um arranjo de flores [o primeiro de toda a minha vida], um cartão-carta, uma festa-”surpresa” no trabalho, e um frasco [do grande] do perfume que eu mais gosto.

Ganhei mais coisa, mas não posso contar.

Eu sou mesmo um homem de sorte =D

Assim que é bom!

Posted by | Posted in Absurdo, Bronca, Coisa séria | Posted on 13-08-2009

Em casa de pobre, já dizia meu pai, cobre-se um santo e deixa o outro com a bunda de fora.

Eita miséria danada…

PÁ!

Posted by | Posted in Coisa séria | Posted on 12-08-2009

A Valéria tentou freiar antes de bater mas não deu tempo, e acabou dando um pula-pirata no motoqueiro que parou na frente dela. Sabe quando o motorista da frente não vai parar no amarelo mas para bruscamente? Pois é.

Não foi sério, graças a Deus ela quaaase conseguiu parar e só encostou na trazeira do motoqueiro, que acabou se desequilibrando e deixando a moto cair. Só tombou de lado mesmo, nada de voar metros de distância.

Foi aqui pertinho, ali em frente ao SESC da 504 sul. Cheguei lá, de ônibus, em menos de 10 min.

O para-choques do celtinha deu aquela riscada básica, e também amassou um pouco a placa. Já a moto estragou um pouquinho mais: retrovisor direito estilhaçado, pedal amassado, amassou placa e para-lamas traseiro, desalinhou um pouquinho a roda traseira e arranhou um tanto aquela parte da frente, perto do farol. Pelo orçamento da própria Honda, quase 300 pilas de estrago.

Resolvemos tudo amigavelmente, fiz questão de trocar o retrovisor  imediatamente [afinal não há meios de dirigir sem retrovisor, certo?]. As outras coisas ele ficou de fazer outros orçamentos e depois me ligar. Um tal de Bruno, que tirou a motoca da concessionária há menos de 10 dias. Coitado.

A nós só restou pedir desculpas pelo transtorno.

E a Valéria, pobrezinha, teve uma crise de choro depois de tudo resolvido. Nada que um suco de laranja bem gelado e docinho não resolvesse. E um tanto de cafuné+”se acalma benzinho” também.

Agora de volta ao trabalho, né? Então…

Antes, só uma coisa: o DF é um dos estados em que é possível fazer BO pela internet para ocorrências simples, como acidentes de trânsito sem vítima e extravio de documentos e furtos, nesse endereço: www.pcdf.df.gov.br. Descobrimos isso depois de esperar 50 min pra ser atendido em menos de 5.

Saindo do casulo

Posted by | Posted in Coisa séria, Realismo | Posted on 27-07-2009

Ontem meu irmão saiu lá de casa. Mudou-se pra um quarto num apartamento em um prédio relativamente perto do meu.

Botamos a mudança dele no meu carro sem esforço. Era só uma mala, um violão, duas mochilas e um colchão inflável.

Dei pra ele um cabideiro, uma mesa e uma cadeira dessas de boteco, que é pra ele ter onde apoiar pelo menos as camisas passadas e o computador.

Chegamos no apartamento novo e a dona estava terminando de dar uma geral no quarto dele. Tava limpinho e já tinha cortina.

Achei a dona simpática, comunicativa inclusive. O namorado dela também, muito educado, se apressava em ajudá-la. São jovens como ele, como nós.

E o Rapha lá, enchendo o colchão enquanto eu imaginava aquilo tudo um pouco mais organizado [o ap tava com aquela bagunça de mudança, sabe?], e me lembrava dos tempos em que eu também dividia apartamento com amigos. A diferença é que ele tinha conhecido aquelas pessoas há apenas dois dias, através de um anúncio na internet.

No ar uma aura de “somos todos legais, só precisamos nos conhecer melhor pra podermos ficar confortáveis uns com os outros”. Tentei colaborar com o clima “somos amigos de infância instantâneo” mas o nó na garganta atrapalhava. Devo ter passado uma imagem de “o irmão caladão” ou “o irmão antipático”. Paciência, depois eu corrijo isso.

Não enrolei muito, saí assim que colocamos tudo no lugar. Na despedida disse umas palavras poucas que pudessem tê-lo confortado e encorajado nessa nova etapa da vida adulta, mas não sei se consegui. Quase certeza que não. O abraço, em silêncio, deve ter surtido efeito melhor.

E ele ainda disse que o Celtinha é que era valente, por caber tanta coisa :)