eu estaria se não fosse totalmente analfabeta nesse campo. outro dia foi um prof° bam bam bam da usp dar uma palestra lá na puc sobre física quântica (tem a ver com o post? sei lá!). o fato é que havia estudantes de filosofia, linguística e literatura todos com caras de que estavam entendendo tudinho. pense! eu, claro, botei minha melhor cara de paisagem e fiquei ali, posando de sabichona. é isso. uma falta total do que falar.
Assino embaixo o que a Cris disse. Só não comentei por total falta de opinião formada sobre o assunto.
Eu quero, sim. Bem longe daqui. Não existe segurança 100% com esse tipo de coisa, ainda mais aqui no Brasil, onde Murphy sentou praça.
Guga,
O maior problema do fatidico Chernobyl, foi a falta de informação proposital após o acidente. O homem atualmente tem poucas alternativas energéticas. A solução temporária é a prevenção a acidentes. Daqui para Angra são duas horas e meia. Como moro em litoral o vento ajuda no aumento proporcional de radiotividade.
Mas, confesso-lhe, minha maior preocupação é com os habitantes que não viver para contar a história de um acidente caso um dia aconteça. Que o homem leve mais a sério essa questão. Que Chernobyl fique em nossas memórias.
abs,
Ok, digamos que as pessoas não estão muito afim de se pronunciar sobre este assunto, né? Então tá então.