Posts que eu queria ter feito
// maio 12th, 2009 // 2 Comments » // Absurdo
O Pedro fez um post sensacional no blog da firma.
Mizingrana e mizinprazo HAHAHA.
esse é mais um blog que nada acrescenta na tua vida. mas como a vida é feita de escolhas, você pode sentar aí e ficar lendo e achando bom, ou torcer o nariz e ir procurar o que te agrade [noutro lugar].
// maio 12th, 2009 // 2 Comments » // Absurdo
O Pedro fez um post sensacional no blog da firma.
Mizingrana e mizinprazo HAHAHA.
// maio 12th, 2009 // 3 Comments » // Umbiguismo
Queridos 5 leitores dessa obra [eu conto os robozinhos de busca sim, que que tem? eles são leitores, não são?], a coisa desandou.
Muito trampo e pouco tempo e pouco assunto também. Mas tá tudo bem, não se aperreiem.
Fiquem numa boa e nada de DDIs praqueles números dos anúncios das madrugadas, heim!
// maio 8th, 2009 // 1 Comment » // Coisa séria
Falar de mãe é complicado, né? Porque a mãe da gente é sempre a mais bonita, a melhor em tudo e tal, daí a gente corre o risco de parecer piegas. Paciência, azar o de vocês =)
Vocês não devem ter reparado, nem ficaram sabendo na verdade, mas a campanha da Valéria pra eu voltar a chamar minha mãe de mãe [e meu pai de pai, mas isso eu conto no dia dos pais] deu resultado. E agora que eu não a chamo mais pelo nome [a Marisa isso, a Marisa aquilo], não sei o que ocorre, é como se eu me sentisse mais filho, ou pelo menos o mesmo filho que era antes de começar a [des]tratá-la pelo nome próprio.
Já contei pra vocês como essa putaria começou? Pra fazer gracinha, pq eu achava que pareceria mais prafrentex do que realmente era. Eu sou um quadrado-careta-machista, todo mundo sabe, como é que eu poderia parecer cool chamando meus pais pelo nome? E a minha mãe também sempre quis ser prafrentex, sabe? Proibia todos os meus amigos de tratá-la como dona ou senhora. Daí eu via todo mundo a chamando pelo nome e eu entrei na onda. Só que o tempo passou, o contexto se perdeu, e eu continuei naquela babaquice de chamá-la de Marisa.
Até que a Valéria, cheia de dedos e tal, um dia me perguntou porque eu não a chamava de mãe. E eu respondi bem sério: sei lá… acostumei. Acostumei uma ova. Tava era mantendo uma pose de “o diferente” que não tinha [nunca teve] razão de ser. E desde aquele dia, quase às vésperas do meu casamento, eu nunca mais a chamei pelo nome.
Daí hoje resolvi que vou ligar pra minha mãe [minha mãe minha mãe minha mãe] e pedir desculpas por tê-la destratado por tanto tempo, sem motivo nenhum. E mesmo que ela não se canse de repetir que não-se-importa-não-tem-problema-imagina!, eu sei que, de algum modo, um filho tratar a mãe pelo nome não é certo. E me arrependo amargamente pelos muitos anos, uns 10 pelo menos, que agi assim.
Mãe, eu sei que você vai ler isso antes de eu te ligar, e que provavelmente vai chorar. Me desculpe. Mil perdões. Errei, reconheço, e agradeço por, apesar de tanta distância da minha parte, teu carinho, teu amor e teu cuidado comigo jamais diminuíram um cisquinho sequer. É por isso que ser mãe é algo abençoado, porque é ter o mesmo dom que Deus tem de amar incondicionalmente. Deus te abençoe, e obrigado por ser minha mãe. Eu te amo!
// maio 8th, 2009 // 2 Comments » // Absurdo, Cinismo
A patroa vai pra Goiânia passar o dia das mães com a minha sogra [que tb é a mãe dela, no caso].
E eu vou ficar aqui, levando o mano pra passear pelos botecos turísticos dessa capital federal.
Isso me lembra muito uma cena que vi esses dias:
// maio 7th, 2009 // 5 Comments » // Coisa séria, Rapidinha, Umbiguismo
… quer comemorar o aniversário de dois anos de casamento ali na Chapada dos Veadeiros. Tudo com muito romantismo, privacidade e natureza.
Se alguém, tipo assim, por um acaso, vai que, né? tem alguma dica de pousada climinha-bom-pra-namorar-e-relembrar-os-velhos-tempos, deixa um comentário aí, beleza?
// maio 5th, 2009 // No Comments » // Rapidinha
Quem quiser me encontrar na hora do almoço, me procure num dos bancos do shopping ID.
Porque mendingar um banco pra sentar no Brasília Shopping, nesse horário, é inviável.
// maio 4th, 2009 // No Comments » // Rapidinha, Umbiguismo
Se você, bom marido que é, quer um pouco de atenção, ao invés de ficar no pé dela, fique na sua. Daí ela vai te dar a atenção que tu queres.
Se você, bom marido que é, quer um pouco de sossego, não diga “me dá um tempo!” Diga: “precisamos passar mais tempo juntos”.
Deu pra entender ou entendeu sem dar mesmo?